quinta-feira, 8 de março de 2012

Bandeira Nacional


Ligue o som e ouça o Hino a Bandeira

“Salve, lindo pendão da esperança. Salve símbolo augusto da Paz! Tua nobre presença à lembrança. A grandeza da Pátria nos traz.”

Quem não se emociona ao ouvir este hino? O patriotismo é um dos deveres de todos nós Maçons, amar, louvar e defender a Pátria: Em nossos trabalhos é a Bandeira Nacional que deve nos remeter a estes sentimentos.

Em alguns Ritos, há a regra que em todas as reuniões saudemos o Pavilhão Nacional, no mínimo, toda Loja deve ao menos promover 05 dessas salutares atividades: nas primeiras e nas últimas reuniões de cada semestre e na semana de 19 de Novembro (Dia da Bandeira).

Da mesma forma que fazemos nas Sessões Públicas, deve a Bandeira ficar fora do Templo e no momento certo dar entrada, conduzida pelo Porta Bandeira, devidamente calçado de luvas brancas e seguido pela Guarda de Honra, passando sob uma Aboboda de 13 Espadas e subir ao Oriente.

Durante seu trajeto, devemos sempre direcionar nosso peito (coração) em sua direção. Ao chegar junto à Balaustrada, todos que estão no Altar do Venerável, devem descer, pois ninguém pode estar acima desse símbolo nacional. Isto é tão importante que na Praça dos Três Poderes (Brasília), construíram o maior mastro para bandeira do mundo, para que um exemplar de 280 metros quadrados de nossa bandeira ficasse a 100 metros de altura do solo e acima de todos os prédios que foram construídos até a década de 70.

Após a saudação feita por um Irmão ou a execução do Hino da Bandeira, deve ela ser conduzida a um lugar de destaque. Logo após a Proclamação da República, nosso Irmão Rui Barbosa apresentou um modelo de bandeira nacional para o novo regime político (igual a Bandeira Norte Americana, só que com as faixas verdes e amarelas), mas o também nosso Irmão, Marechal Deodoro sugeriu que a nova bandeira fosse inspirada na Bandeira Imperial e assim, Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, ambos do movimento Apostolado Positivista do Brasil, Manuel Pereira Reis (professor e astrônomo), Décio Vilares e até Benjamim Constant (militar e maçom) colaboram na idealizaram do padrão da bandeira, que nos anos seguintes sofreu algumas modificações até chegar ao ponto que conhecemos.

A inscrição “Ordem e Progresso” é uma forma resumida do lema dos positivistas, nosso Irmão Auguste Comte (criador do Positivismo) dizia: - “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.” Este lema encontrou ressonância nos ideais dos republicanos, que aspiravam colocar Ordem, através do respeito aos direitos da sociedade e que resultaria em Progresso para a Nação.

As estrelas representam os estados brasileiros, o que chama mais a atenção, é a estrela solitária que se encontra acima da faixa branca e o posicionamento “incorreto” das estrelas. A estrela solitária representa o Estado da Pará, pois na época da proclamação era o estado mais setentrional da nação e as estrelas foram colocadas como que vistas por “alguém” que está acima de tudo e olha para o Brasil, tendo-as no meio do caminho IIr.  

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